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sexta-feira, 27 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Lições de Guardanapo e Livro Sem Palavras
Ser criativo e ter uma boa ideia, muitas vezes, é uma só questão de dar oportunidade a si mesmo diante das oportunidades (necessidades) que aparecem para você dar razão à sua fé ou apresentar uma velha ideia de uma forma diferente.
Apresento duas iniciativas de evangelismo a partir da criatividade.
A primeira é de Ebenézer Bittencourt respondendo à pergunta: "Você é um cara tão inteligente, por que você é pastor?", e a partir de linhas simples em um guardanapo ele apresenta o evangelho e dá razão à sua fé e ao seu chamado pastoral.
http://youtu.be/TtrMRW2IZ5g
A segunda é da Editora Cristã Evangélica, na pessoa de meu amigo Maurício Gutierrez, área de marketing e divulgação. O que ele preparou não é novo, antes um método muito utilizado há muitos anos e divulgado pela APEC - Aliança Pró Evangelização de Crianças. A necessidade de disponibilizar a ideia do Livro Sem Palavras e ensinar a usa-lo criou a oportunidade para o Maurício produzir o vídeo abaixo.
http://youtu.be/4SOLlIe5M5c
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Não tem desculpa!
Não tem desculpa!
Ter
boas ideias, ser criativo ou, simplesmente, ter de realizar uma tarefa que você
nunca fez, não é algo impossível. Talvez, exija um maior investimento de tempo,
às vezes um pouco mais de trabalho, e com certeza uma boa dose de boa vontade.
Quem
nunca foi desafiado a fazer algo que nunca fez? Quando você se dispõe a fazer
algo diferente, com certeza você sempre encontrará oportunidade de inovar, de
fazer diferença.
Algumas sugestões
para você tornar-se criativo:
· Não tenha medo de mudar, arriscar e ousar;
· Não há nada novo que já não tenha sido inventado – pesquise,
adapte;
· Prepare-se com antecedência;
· Use e abuse de materiais simples do dia a dia;
· Tenha uma caixa de material que você pode sempre precisar
nas horas de inovação;
· Abandone a ideia de que você precisa investir dinheiro para
desenvolver boas ideias;
· Seja sensível à necessidade de aprimorar. Você sempre pode
melhorar;
· Mude sempre. Não faça sempre da mesma maneira;
· Leia mais, faça cursos, assista e ouça palestras, etc;
· Peça sempre a ajuda de alguém. Você sempre será melhor
acompanhado.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Telefone sem fio
Já brincou de telefone sem fio?
Aquela brincadeira de você passar adiante uma frase que leu, falando no ouvido de uma pessoa, e ela passar para outra e assim por diante, até o final de uma fila.
Depois, compara-se a frase original com a que a última pessoa entendeu. As distorções são inevitáveis!
Esta é uma dinâmica muito boa para trabalhar a questão do cuidado com o que ouvimos e falamos. Você pode usar em um estudo sobre fofoca, sobre maledicência ou qualquer outro problema que envolva a falta de cuidado no falar.
Você encontra em outro blog um post com vários textos sobre o pecado da língua.
Forneço aqui algumas ideias de frases para você usar no telefone sem fio. Claro, algumas são verdadeiros trava-línguas. Proposital.
Mas vcoê pode inventar outras, inclusive dentro da realidade que está vivendo.
Exemplos:
- A saracura sarou de sua perna quebrada
- O pintinho preto ficou preso no paiol
- O sol soltou bolas de fogo vermelho
- Estourou a boiada no bairro de gente pobre
- O bule com água quente apitou sem parar
- Agulha com linha fraca não costura lona forte
- A borracha apaga o lápis, o apagador apaga o giz
- A princesa viu o Príncipe no carro principal
Há uma história bem engraçada sobre uma ordem dada por um general para que toda a tropa veja a passagem do Cometa Halley. E o final é bem interessante. Abaixo você pode ver o vídeo desta história.
http://www.youtube.com/watch?v=SniI_9PW_UE
sexta-feira, 4 de março de 2011
Aprendizagem participativa
A Edições Vida Nova lançou em 2010 o livro Colocando a Bíblia em Ação – Como tornar a Bíblia relevante para todas as línguas e culturas.
Um amigo recebeu o livro e logo me mostrou entusiasmado, sabendo que me interessaria. Afinal, esse é uma assunto interessantíssimo para quem está se preparando para o campo missionário em terras africanas.
O livro tem ênfase nos trabalhos indígenas, mas com práticas de ensino aplicáveis em várias situações.
Logo no prefácio, encontrei uma dica interessante sobre o tempo gasto ensinando e sobre a participação da classe no processo ensino-aprendizado.
Os autores lembram que “ao ensinar, observe a regra dos dez minutos. Ninguém deve ensinar por mais de dez minutos sem deixar tempo para alguma forma de discussão ou exercícios”.
Como estava indo para um congresso como prelator em uma de suas oficinas, quando fui apresentado ao livro, resolvi colocá-la em prática imediatamente de tão interessante que achei a ideia.
Tendo um tempo de uma hora e meia disponível, fiz como sugerido no livro. A cada dez minutos de prelação – requisitei a ajuda de um congressista para marcar o tempo e me avisar quando ele findasse – parava e aplicava uma dinâmica sobre o assunto ministrado e abria espaço para perguntas e compartilhamento (um total de 15 minutos). Assim, ao terminar minha preleção de 30 minutos intercalados, os congressistas haviam participado diretamente na construção do tema com 45 minutos, onde as dúvidas foram sanadas e experiências compartilhadas, havendo uma troca enriquecedora de opiniões. Sobrando 15 minutos para considerações finais e conclusão.
10 min | 15 min | 10 min | 15 min | 10 min | 15 min | 15 min
Divisão de tempo na Regra dos Dez Minutos – em vermelho tempo para dimâmica, ou compartilhamento , ou exercícios.Em preto, tempo do professor.
O que conclui foi, que o tempo gasto ensinando é proporcionalmente inverso ao quanto se consegue transmitir e ensinar. É melhor abrir espaço para uma aprendizagem participativa e sair da classe com um senso de realização e toda a turma alegre por contribuir, que falar sozinho e ninguém mais querer te ouvir!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Fé e Vida
Esta palavra foi uma pequena devocional que fui convidado a conduzir em um treinamento de professores de ensino religioso na cidade de Cristina-MG. Uma programação organizada pela Secretaria Municipal de Educação - 22/05/1992
Tiago 2.14
"Meus irmãos, qual é o proveito se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras?"
Contrário ao que muita gente pensa, o apóstolo Tiago não está apresentando uma oposição entre a fé e as obras, mas está afirmando que a validação da fé e a legitimidade de a transmitirmos a outros está no fato de vivenciarmos aquilo que cremos. A fé precisa ser experimentada. Por isso, ele continua dizendo - "... a fé, se não tiver obras, por si só está morta... com efeito, foi pelas obras que a fé se consumou" (Tg 2.17,22).
A nossa verdadeira identidade está naquilo que pensamos, falamos e fazemos. E, aí está a observação de Tiago - que todo aquele que diz crer em Jesus realmente viva de acordo com Jesus e sua Palavra. Que tenham fé mas também tenham vida. Fé e vida!
Esta deve ser, em essência, a vida cristã de todos nós. Principalmente, nós que somos professores de ensino bíblico. Por em prática no dia a dia a fé que ensinamos na sala de aula. E melhor, pô-la em prática antes de irmos para a sala de aula. Considerando, conforme diz o autor da carta aos Hebreus, "que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas" (12.1), que são nossos alunos observando nossa experiência de fé.
Que validade e autenticidade temos dado à fé que ensinamos? Uma experiência autêntica vivida, ou apenas um ensino contrabandeado do que nos ensinaram?
Em tudo devemos lembrar que Jesus é poderoso para nos socorrer em nossas fraquezas (Hb 2.18; 4.15)
Peçamos sua ajuda!
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