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terça-feira, 8 de maio de 2012

Como identificar um ovo (crente) podre

Este teste caseiro, usado por nossos avós, para identificar se um ovo está podre ou não, poderá ser útil na apresentação do assunto HUMILDADE / ORGULHO.
Assim como o ovo podre permanece sempre em cima, na água, assim o orgulhoso/arrogante sempre se apresenta acima de todos, mas isso é sinal de alguma coisa podre dentro de si.

Você pode fazer a experiência em sala de aula ou apenas apresentar o texto, ou apenas a imagem abaixo, com a legenda. Além dos alunos verem uma boa ilustração ainda levam para casa uma instrução útil para o dia-a-dia na cozinha.

Boa aula!
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Existe coisa mais desagradável e nojenta do que estrelar um ovo podre? Pior ainda quando tem um pinto dentro.
Existe um método bem simples e curioso, usado por nossos avós, para comprovar não somente a caducidade senão como o tempo de posta.
Sabe como?
O básico é verificar as datas da posta e do consumo geralmente impressas na caixa (prefira as de papelão e ignore as de isopor).
Ainda assim há casos onde o distribuidor do produto simplesmente troca os ovos de caixa quando vencidos.
Coloque o ovo em um copo cheio de água. Se ele flutuar, jogue no lixo, mas se permanecer no fundo, ele está fresquinho.
Já para saber o tempo que foi posto é só observar a sua inclinação segundo a imagem abaixo:

Fonte: http://ronaldorossi.com.br

Posição horizontal, no fundo: 1/2 a 2 dias;
Formando um ângulo de 20 graus: posto faz 3 a 5 dias;
Formando um ângulo de 45 graus: posto faz 6 a 8 dias;
Formando um ângulo de 60 graus: posto faz 9 a 14 dias;
Em posição totalmente vertical e reto: posto faz 15 a 30 dias;
Se flutuar na superfície: Mais de um mês… lixo.
A explicação deste fenômeno é bem simples: o ovo vencido flutua porque formam gases em seu interior devido à deterioração interna.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Telefone sem fio

Já brincou de telefone sem fio?
Aquela brincadeira de você passar adiante uma frase que leu, falando no ouvido de uma pessoa, e ela passar para outra e assim por diante, até o final de uma fila.

Depois, compara-se a frase original com a que a última pessoa entendeu. As distorções são inevitáveis!

Esta é uma dinâmica muito boa para trabalhar a questão do cuidado com o que ouvimos e falamos. Você pode usar em um estudo sobre fofoca, sobre maledicência ou qualquer outro problema que envolva a falta de cuidado no falar.

Você encontra em outro blog um post com vários textos sobre o pecado da língua. 


Forneço aqui algumas ideias de frases para você usar no telefone sem fio. Claro, algumas são verdadeiros trava-línguas. Proposital.


Mas vcoê pode inventar outras, inclusive dentro da realidade que está vivendo.


Exemplos:
  • A saracura sarou de sua perna quebrada
  • O pintinho preto ficou preso no paiol
  • O sol soltou bolas de fogo vermelho
  • Estourou a boiada no bairro de gente pobre
  • O bule com água quente apitou sem parar
  • Agulha com linha fraca não costura lona forte
  • A borracha apaga o lápis, o apagador apaga o giz
  • A princesa viu o Príncipe no carro principal

Há uma história bem engraçada sobre uma ordem dada por um general para que toda a tropa veja a passagem do Cometa Halley. E o final é bem interessante. Abaixo você pode ver o vídeo desta história.

http://www.youtube.com/watch?v=SniI_9PW_UE

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Quebrando o gelo

Sempre quando falamos de quebrar o gelo imaginamos que, por alguma razão, há um certo constrangimento no ar.

É difícil para qualquer pessoa entrar num lugar desconhecido, sentar-se ao lado de pessoas estranhas e, de repente, ser forçado a compartilhar seus pensamentos mais profundos e íntimos.

É necessária uma maneira suave de “quebrar o gelo” quando um novo grupo começa suas atividades ou quando novos participantes se unem a um grupo já existente.

E esse constrangimento nem sempre é porque as pessoas não se conhecem. Muitas vezes há constrangimento mesmo no meio de pessoas bem conhecidas.

Em nossas salas de aula, na Escola Bíblica, é bem comum isso acontecer. Afinal, nossos alunos, por mais que se conheçam, se veem apenas uma ou duas vezes por semana. Além disso, nem todos são amigos e chegados de todos. Como professor você conhece bem os grupinhos existentes em sua sala de aula.

Daí, uma boa dinâmica ajuda a quebrar o gelo inicial além de possibilitar um maior conhecimento mútuo entre seus alunos.

Eis uma sugestão de uma dinâmica "quebra gelo":

Apresentação através de um objeto
  • Atividade própria para os primeiros encontros do grupo, ou
  • Para ampliar o conhecimento entre os alunos e professor
    Material necessário: Leve para a sala de aula, uma caixa (decorada ou não), pode ser de sapato, com vários objetos dentro. Qualquer tipo de objeto. Quanto maior a quantidade e a diversidade, melhor!
    O ideal é você ter objetos em uma quantidade bem maior que de alunos na sala.

    Desenvolvimento: Cada elemento do grupo deverá ir até a caixa, ou objetos sobre a mesa, e voltar para o seu lugar. Quando todos já tiverem com um objeto, você chama um a um a frente para se apresentarem através de um objeto e explicar o seu significado.

    Exemplo: Alguém pegou um lápis, ou caneta. Essa pessoa mostra o objeto, se apresenta com nome, idade e qualquer outra informação que você desejar, e pode se justificar: "escolhi um lápis, pois gosto de anotar as idéias que não podem ser esquecidas".
     
    Incremento: Se você conhece bem essa turma e pode trabalhar com um pouco mais de liberdade sem medo de também ser provocado (risos), você pode acrescentar algumas observações extras a apresentação deles, comparando o objeto, suas características e finalidades, às próprias características e personalidade da pessoa. Muito bom para trabalhar alguma aplicação, principalmente em casos de estudos sobre transformação de vida, nova vida em Cristo, Mutualidades (amar uns aos outros, suportai-vos uns aos outros, etc).
     
    Exemplo: Quando a pessoa justificou a escolha do lápis com "escolhi um lápis, pois gosto de anotar as idéias que não podem ser esquecidas", você pode fazer algumas pertuntas como: Anotar te faz sentir no controle? Você gosta de estar no controle? ou Você se esquece facilmente as coisas que ouve? O que você já esqueceu que te deixou mais chateado?



    Mas, lembre-se:
    • Incremente somente se você tiver um bom conhecimento da turma (intimidade)
    • Vá mais fundo somente se você dominar a técnica de confrontação
    • Você não é psicólogo e seu objetivo não é iniciar uma terapia, apenas confrontá-los com o ensino da palavra
    Boa aula!


sábado, 15 de janeiro de 2011

Dinâmicas em grupo

É necessário seguir algumas diretrizes, que vamos chamar de os dez mandamentos para dirigir uma dinâmica criativa.

Os dez mandamentos para uma dinâmica criativa
1º Ore, pedindo orientação na preparação e na aplicação da atividade na vida do grupo.




2º Prepare-se bem. Verifique se o local é adequado e se o material necessário está disponível. Estude com antecedência
os procedimentos, r egras ou princípios das idéias que pretende usar.
3º Divulgue as atividades do seu grupo com antecedência.
4º Adapte as idéias à sua realidade, idade e características do grupo.
5º Seja um líder entusiasmado ao conduzir a atividade.
6º Tenha coragem de experimentar idéias novas e inovar o programa da sua reunião ou escola bíblica.
7º Seja sensível às reações do grupo. Não quebre as tradições com muita rapidez! Uma coisa é não ser flexível diante das
críticas injustas de uma ou outra pessoa; outra é não prestar atenção ao retorno que a maioria do grupo está dando.
8º Seja justo nas regras.
9º Seja flexível. Não deixe que o programa se torne cansativo.
10º Não faça do programa algo mais importante do que as pessoas.


Algumas ideias para dinamicas:

1. Apresentação
Desenvolvimento: Para que todos se conheçam e se sintam à vontade no grupo, o professor solicita que os participantes formem duplas, com parceiros que não se conheçam. Durante alguns minutos as duplas se entrevistam mutuamente. Logo após, reúnem-se e cada membro fará a apresentação do colega entrevistado. Ninguém poderá fazer sua própria apresentação.

2. Troca de um segredo
Material necessário: Pedaços de papel e lápis.
Desenvolvimento: Cada participante deverá descrever, no papel distribuído, uma dificuldade que sente no relacionamento e que não gostaria de expor oralmente. Os papéis devem ser dobrados de forma idêntica, recolhidos, misturados e redistribuídos aos participantes. Cada um assumirá o problema que está na papeleta como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por compreendê-lo. No momento oportuno, lerá em voz alta o problema que estiver no papel recebido, usando a 1ª pessoa do singular, “eu”, fará as adaptações necessárias e dará a solução ao problema apresentado.
Compartilhar: A importância de levarmos as cargas uns dos outros e ajudarmos o nosso próximo.

3. Círculo fechado
Desenvolvimento: O professor pede a duas ou três pessoas que saiam da sala por alguns instantes. Com o grupo que fica, combinará que formarão um círculo apertado com os braços entrelaçados e não deixarão de forma nenhuma os componentes que estão fora da sala entrar no círculo. Com os componentes que estão fora, o professor combinará que devem entrar e fazer parte do grupo. Depois de algum tempo de tentativa, será interessante discutir com a turma como se sentiram não deixando ou não conseguindo entrar no grupo.

Compartilhar: Muitas vezes, formamos verdadeiras “panelas” e não deixamos outras pessoas entrar e se sentir bem no nosso meio. Questionar: como temos agido com as pessoas novas na igreja?

4. Rótulo
Material necessário: Etiquetas adesivas e pincel atômico.
Desenvolvimento: Divida a classe em vários grupos (com 5 a 6 integrantes), prenda na testa de cada integrante do grupo uma etiqueta com uma das palavras: sábio, ignorante, líder, bobo, mentiroso, bondoso, etc. Proponha um tema a ser discutido nos grupos. Essa discussão, no entanto, será realizada de acordo com a palavra que cada pessoa levará na testa.

Compartilhar: Muitas vezes, rotulamos as pessoas e não damos valor ao que elas realmente são. Jesus nos ensinou a olharmos o interior e não o exterior das pessoas.

5. Garrafa de graça
Material necessário: Uma garrafa de refrigerante vazia.
Desenvolvimento: Todos sentados em círculo. Coloque a garrafa deitada no chão, no centro da sala, e faça-a girar rapidamente. Quando ela parar, estará apontando para alguém; você, professor, dirá uma palavra de encorajamento ou estímulo a essa pessoa. Ela, por sua vez, terá a tarefa de girar a garrafa e dizer palavras de encorajamento a quem for apontado e assim sucessivamente.

Compartilhar: As boas palavras edificam (1Pe 4:10-11; Ef 4:29-30; Pv 12:25).

6. Desejar ao próximo o que deseja a si mesmo
Material necessário: Lápis e papel
Desenvolvimento: Forme um círculo e distribua aos membros do grupo lápis e papel. Peça que cada um escreva algum tipo de atividade que gostaria que o colega sentado à esquerda realizasse. Depois disso, solicite que cada um que leia o que escreveu e desempenhe a tarefa que havia sugerido ao seu colega.

Compartilhar: Mostrar na prática que não devemos desejar ao próximo aquilo que não queremos para nós
mesmos. Mateus 7:12.

7. Virtudes e defeitos
Material necessário: Lápis e papel
Desenvolvimento: Peça que a classe se divida em duplas (havendo número ímpar, uma dupla se transformará em trio). Em seguida, distribua uma folha de papel a cada participante que deverá escrever duas coisas de que não goste em si mesmo, iniciando com a expressão “Eu sou...”. Ao concluir, compartilhará com o parceiro. Na mesma folha, deverá escrever dez coisas que aprecie em si mesmo, iniciando com a expressão: “Eu sou...”. Na maioria das vezes, as pessoas sentem dificuldade de reconhecer suas qualidades, por isso os parceiros podem se ajudar, sugerindo várias qualidades e virtudes que acha que o outro possui. Ao concluírem, compartilharão entre si.

Compartilhar: Todos somos dotados de qualidades e de defeitos. Quando nos conhecemos bem, podemos trabalhar as nossas limitações e deixar que o Espírito Santo tenha mais liberdade em nossa vida. Reconhecer as nossas qualidades não deve servir para a nossa soberba, mas sim, para o louvor a Deus.

8. Painel significativo
Material necessário: Papel pardo ou papel manilha, revistas, tesouras, colas e canetinhas coloridas.
Desenvolvimento: Essa dinâmica é para ser usada após um curso, uma palestra ou uma aula. A classe se disporá em círculo, e cada participante receberá uma revista onde procurará uma figura ou qualquer outra coisa que expresse uma lição tirada para sua vida da palestra ou aula dada. Cada um terá oportunidade de falar sobre o seu recorte que colará no papel pardo ou manilha, escrevendo uma palavra significativa ao lado.
Compartilhar: Repensar em grupo sobre a mensagem ouvida e compartilhar os ensinamentos é de grande utilidade para o crescimento cristão.

9. Apresentação através de um objeto - Atividade própria para os primeiros encontros do grupo.
Desenvolvimento: Cada elemento do grupo deverá se apresentar através de um objeto e explicar o seu significado.
(Exemplo: Eu sou um lápis, pois gosto de anotar as idéias que não podem ser esquecidas).

10. Nome e sobrenome - Atividade própria para o primeiro encontro do grupo.
Desenvolvimento: Reúna os participantes em círculos e inicie dando o seu nome, seguido de um adjetivo que comece com a primeira letra do nome e de alguma forma descreva a sua pessoa. (Exemplo: Fernando feliz, Cristina criativa, Bernardo bonito, etc.) A pessoa ao lado repete o seu “nome e sobrenome” e acrescenta o dela. A atividade prossegue ao redor do círculo com cada pessoa tendo que lembrar o “nome e sobrenome” daquelas que a antecederam, para depois acrescentar o seu próprio.

11. Falso ou verdadeiro
Material necessário: Folhas de papel em branco e canetas.
Desenvolvimento: Entregue a cada participante uma folha de papel e uma caneta. Faça algumas perguntas de caráter pessoal. Cada participante deve escolher uma das perguntas e dar resposta falsa, porém de maneira muito convincente para que os demais não desconfiem; as outras perguntas devem ser respondidas corretamente. Quando todos tiverem terminado, cada pessoa deve ler suas respostas em voz alta, e o grupo deve apontar quais são verdadeiras e qual a falsa. Peça que expliquem por que de sua opinião, para verificar quanto a pessoa é de fato conhecida pelas demais.

Possíveis perguntas
• Pessoa famosa com quem gostaria de conversar
• Maior susto que já levou na vida
• Esporte que mais gosta de assistir na televisão
• Livro que mais apreciou nos últimos 6 meses
• Uma travessura da infância
• País ou cidade que mais deseja conhecer
• Tipo de música que prefere ouvir quando está sozinho

Compartilhar (opcional): Na vida cristã, é necessário discernimento para se poder diferenciar entre o falso e o verdadeiro - Mateus 7:15-16.

12. Figuras reveladoras
Material necessário: Revistas que possam ser recortadas
Desenvolvimento: Verifique que haja número par de participantes e divida o grupo em duplas. Peça a cada participante que selecione uma ou mais figuras que representem algum aspecto de sua vida e compartilhe a respeito com o seu parceiro, entregando-lhe as ilustrações.
Quando todos estiverem prontos, reúna o grupo em círculo e dê oportunidade a cada um para apresentar o seu parceiro, utilizando-se das figuras.

13. RedeMaterial necessário: Um rolo de barbante
Desenvolvimento: Reúna o grupo em círculo e tenha em mãos um rolo de barbante. Dirija-se a um dos participantes, ofereça-lhe uma palavra de encorajamento e passe o rolo a ele, segurando a ponta do barbante.
A pessoa que recebeu o rolo deve repetir a operação, passando-o adiante, acompanhado de uma palavra de encorajamento. Verifique que o barbante esteja sempre bem esticado entre uma pessoa e outra. Quando todos tiverem participado, estará formada uma rede de encorajamento.
Variação: Em vez de palavras de encorajamento, o grupo pode compartilhar pedidos de oração e motivos de louvor.
Compartilhar• O encorajamento mútuo faz parte da vida cristã.
Em Hebreus 10:24, destaque:
- as duas ações sugeridas - considerar e estimular;
- os dois objetivos - estimular o amor e as boas obras.
• No corpo de Cristo, a “rede” de relacionamento é preciosa para a prática da mutualidade e da oração uns pelos outros.
14. Uma jóia nas costasMaterial necessário: Nome de cada componente do grupo escrito num cartão, alfinetes, cartões em branco, canetas.
Desenvolvimento: Prenda nas costas de cada integrante do grupo um cartão com o nome de outra pessoa.
Cada um deve tentar adivinhar o nome que está em suas costas. Para tanto, deve procurar um a um os demais participantes e pedir que lhe apontem boas qualidades da pessoa cujo nome está em suas costas (aspectos de caráter devem ser preferidos a aspectos físicos). Cada pessoa pode fornecer apenas uma informação e esta deve ser registrada no cartão. Assim que tiver terminado de colher as informações e descoberto o nome que está em suas costas, a pessoa deve procurar a outra, confirmar se é a pessoa certa e, então, lhe entregar o cartão onde estão anotadas as informações dos demais.
Compartilhar: Somos jóias preciosas para Deus; “pedras vivas”, com qualidades singulares e de muito valor (1Pe 1:7; 2:4-5).
15. Palavras proibidasMaterial necessário: 1 caixa de clipes
Desenvolvimento: Entregue seis ou mais clipes a cada pessoa. Todos os participantes têm como objetivo aumentar o número de clipes que possuem. Durante determinado tempo, devem conversar entre si, procurando conhecer uns aos outros (atividades, família, preferências pessoais, estudos, etc.). Cada vez que alguém mencionar as palavras “eu”, “meu”, “minha” deve entregar um clipes ao seu entrevistador. Quem perder todos os clipes será eliminado. Vence quem estiver com o maior número de clipes quando o prazo se esgotar.
Compartilhar: A natureza humana possui uma tendência egocêntrica que se evidencia nos mais diversos aspectos.
Em contraste, a Palavra de Deus nos exorta a pensar primeiramente nos outros (Fp 3:1-4).
16. Correio criativo
Material necessário: Nomes dos integrantes do grupo preparados para o sorteio, cartões em branco, material de desenho, revistas velhas para recortar, tesoura e cola.
Desenvolvimento: Cada participante sorteia um nome, verifica que não seja o seu e o mantém em segredo.
Usando de criatividade, prepara um cartão que expresse algo sobre aquela pessoa: uma qualidade, uma habilidade, etc. Instrua o grupo para que se mantenha bem espalhado pela sala enquanto prepara os cartões. Terminado o trabalho, o cartão deve ser enviado pelo “correio” - uma pessoa fará as entregas. No final, o grupo se reúne em círculo. Cada um tenta adivinhar quem é o seu correspondente secreto que, quando identificado, deve explicar a
mensagem do cartão.
Compartilhar: As boas palavras edificam (1Pe 4:10-11; Ef 4:29-30; Pv 12:25).

Referências bibliográficas
• ANDREOLA, Balduíno A. – Dinâmica de Grupo: Jogo da Vida e Didática do Futuro. Petrópolis: Vozes, 1995.
• ANTUNES, Celso. Manual de Técnicas de Dinâmica de Grupo de Sensibilização de Ludopedagogia. Petrópolis: Vozes, 1995.
• LEFEVER, Marlene. Métodos Criativos de Ensino. Rio de Janeiro: CPAD.
• LEFEVER, Marlene. Estilos de Aprendizagem. Rio de Janeiro: CPAD.
• MERKH, David e FRANÇA, Paulo. 101 Idéias Criativas para Professores. São Paulo: Hagnos, 2002.
• YOZO, Ronaldo Yudi K. 100 Jogos para Grupos. São Paulo: Ágora, 1996.
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